Dermatofibroma

O que é

 

Dermatofibroma é uma lesão comum em adultos, normalmente única, formada por pápula ou nódulo de cor rosada, castanha ou enegrecida. Costuma ser endurecido, firmemente aderida aos tecidos profundos, de crescimento lento, muito comum em extremidades (braços, antebraços e pernas) e de tamanho que varia de milímetros a no máximo 1,5 centímetros. São decorrentes da proliferação de fibras da pele (fibroblastos), provavelmente como resposta a pequenos traumatismos como, por exemplo, picadas de insetos, machucados e pelo encravado. São assintomáticas e, às vezes, podem ser múltiplas, ocorrendo em mais de um local. É mais comum em mulheres após a puberdade.

 

O diagnóstico é clínico e, por isso, não é necessário nenhum exame complementar. Quando a lesão é comprimida lateralmente ocorre seu aprofundamento, o que é um sinal característico. Deve ser diferenciado dos nevos Melanocíticos, melanomas, cicatrizes hipertróficas e do leiomioma, que é um tumor da musculatura lisa.

 

Existe um tipo de tumor de pele maligno, pouco frequente, chamado Dermatofibrossarcoma Protuberante. Também é proveniente da proliferação de fibroblastos, entretanto atípicos (células malignas) que se manifesta como vários nódulos. Eles se agrupam formando placas elevadas que, às vezes, ulceram e deve ser tratado cirurgicamente. Em caso de dúvida no diagnóstico, a lesão pode ser totalmente retirada e analisada microscopicamente para confirmar o diagnóstico.

 

Tratamento

 

Geralmente, não se indica tratamento do Dermatofibroma por ser uma lesão benigna e de caráter apenas estético. Existem casos de regressão espontânea. Se houver dor, o que raramente ocorre, coceira ou mesmo por fator estético, pode ser feita exérese cirúrgica com sutura. Procede-se anestesia local e, com a lâmina do bisturi, faz-se uma incisão na pele removendo-se totalmente a lesão em profundidade (subcutâneo) e é feita a sutura.

 

De acordo com o local e tamanho da lesão, os pontos podem ser retirados em torno de duas semanas. Evitar, nesse período, atividades físicas como ginástica e natação, para dar repouso ao local. Além disso, evita tracionar a sutura, o que pode trazer uma melhor qualidade de cicatriz.

 

Deve-se levar em conta que, se a lesão for removida apenas por motivo estético, sempre ficará uma cicatriz no local, incluindo o risco de cicatriz queloideana inestética. Portanto, a opção cirúrgica deve ser ponderada, levando em consideração que pode produzir novo dano estético.

 

Se você tiver um dermatofibroma converse com seu dermatologista. Ele poderá decidir com você se vale, ou não, a pena fazer a remoção da lesão.

Sobre

A Clínica Sandra Freitas oferece uma ampla variedade de tratamentos dermatológicos e de estética. Conheça alguns de nossos procedimentos e agende uma consulta de avaliação.

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